quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Ato em Belo Horizonte conclama paz na Síria




A solidariedade e o pedido de paz na Síria ecoaram na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte, na manhã desta terça (15), feriado na capital mineira. O Ato foi convocado pelo consulado da Síria e teve a presença de diversas entidades sociais e sindicais, como a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB-MG) e o Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela paz (Cebrapaz). Centenas de sírios refugiados, a comunidade árabe e lutadores pela paz chamaram atenção para os horrores da guerra que já dura seis anos. Balões brancos e vermelhos foram lançados ao céu  em uma programação exaltou a cultura síria.


A presidente da CTB-MG Valéria Morato acompanhou o ato e repudiou iniciativas de divisão dos povos e a cultura da guerra no mundo. Ela destaca também a importância do envolvimento mundial pelo fim da guerra.  “Só a união dos trabalhadores em escala mundial poderá encontrar o caminho para acabar com a barbárie imposta pelo capitalismo”, aponta Valéria.

A representante do Cebrapaz Antonieta Shirlene classificou o ato como bastante significativo. “Ataques imperialistas enfrentam a soberania dos países no mundo inteiro. Junto com Conselho Mundial da Paz, o Cebrapaz faz ações de mobilizações para chamar atenção da população para esses ataques imperialistas. O ato ontem convocado pelo cônsul sírio teve nosso pronto atendimento pela solidariedade ao povo sírio”, avalia Antonieta.


A guerra na Síria devasta o país. Mais de 400 mil pessoas já morreram, assassinadas por armas e bombas, um quarto delas mulheres e crianças.  Metade dos moradores se refugiaram em outros países, como o Brasil. 


terça-feira, 24 de novembro de 2015

"Temos que nos unir para que não haja retrocesso na região", diz dirigente da CTB


Após 12 anos de governo kirchnerista que, entre outras conquistas, conseguiu tirar a Argentina de uma das piores crises econômica e social de sua história (2001-2002) com a distribuição de renda, defesa dos direitos humanos, democratização da comunicação; com a constitucionalização lei dos meios, entre outras medidas em benefício dos setores mais populares, o país será presidido pela direita. 

Esta foi a primeira vez que a Argentina elegeu seu presidente em segundo turno. No último domingo (22), Maurício Macri (Cambiemos) - que assumirá no dia 10 de dezembro - venceu com 51,45% contra 48,55% do governista Daniel Scioli (Frente para la Victoria).

O empresário foi presidente por oito anos do maior clube de futebol do país o Boca Juniors, atualmente é o prefeito de Buenos Aires. Sua fortuna vem do império criado pelo pai dono de um conglomerado Sociedade Macri (SOCMA), que teve crescimento destacado durante a ditadura militar naquele país (1976-1983). 

Entre outras medidas, Macri anunciou que pretende aplicar um ajuste neoliberal no país, pedirá a suspenção da Venezuela do Mercosul (Mercado Comum do Sul), irá negociar com os fundos abutres, fazer com o Reino Unido um acordo “amistoso” sobre as Ilhas Malvinas (território argentino ocupado ilegalmente pelos ingleses) e deixar para trás os julgamentos pelas graves violações aos direitos humanos que ocorreram no regime militar. 

De acordo com o economista e analista internacional Ernesto Mattos a política exterior de Macri estará totalmente voltada para os Estados Unidos e a direita continental que, segundo ele, esperam que haja um efeito dominó na região. 

“Macri buscará filiar-se ao Acordo Transatlântico de Livre Comércio e Investimento (TTIP, sigla em inglês), e também retomar o Acordo de Livre Comércio das Américas (Alca)”, afirmou em entrevista para a TeleSur. 

Este ano completou-se 10 anos que o referido projeto foi derrotado em Mar del Plata, justamente na Argentina após uma campanha continental de rechaço à proposta. Néstor Kirchner, Lula e Hugo Chávez, enterraram o projeto, durante a 4ª Cúpula das Américas. 

Na opinião do secretário de Relações Internacionais da CTB, Divanilton Pereira, “A derrota do projeto progressista na Argentina é uma combinação entre a ação desestabilizadora imperialista, os efeitos da crise capitalista e os limites de uma coligação política”, expressou. 

Na análise do sindicalista, o ciclo de governos progressistas e de esquerda na região inaugurado em 1998 por Hugo Chávez na Venezuela precisa ser fortalecido. Para ele, com o avanço da direita e as ameças imperialistas cada vez mais frequentes a integração se faz necessária "temos que nos unir para que não haja retrocesso na região", informou para o Portal CTB

“Nunca tivemos a ilusão de que o novo ciclo inaugurado em nossa região estaria consolidado. Ainda enfrentaremos idas e vindas. Esse insucesso eleitoral faz parte das possibilidades desse processo. Saberemos extrair lições e venceremos”, declarou Divanilton.

Érika Ceconi - Portal CTB, com informações da TeleSur

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Quarta edição da Conferência Municipal de Políticas para Mulheres começa nesta sexta em BH




Com o tema “Mais direitos, participação e poder para as mulheres”, a IV Conferência Municipal de Políticas para as Mulheres será realizada na Câmara Municipal de Belho Horizonte, nessa sexta e sábado (4 e 5 de setembro).

A abertura do evento acontece às 19 horas desta sexta (04) e a programação segue durante o sábado, das 08 às 18h.   Participam da edição belo-horizontina da Conferência, a ministra Eliana Calmon, primeira mulher a compor o Supremo Tribunal de Justiça (STJ). Eliana Calmon ocupou o cargo de ministra entre 1999 e 2013. Também foi corregedora-geral de Justiça. A Ministra Eleonora Menecucci, autoridade máxima da política para Mulheres também estará presente.

A expectativa dos(as) participantes é apresentar demandas e discutir soluções para concretizar as políticas públicas para as mulheres na capital mineira.


Participe!

sábado, 21 de novembro de 2009

Carta apoio: Geraldo Francisco Barbosa – TCHÓ Co-fundador da UNIÃO DOS TRABALHADORES DO ENSINO – hoje Sind-UTE

APOIO DE TCHÓ

Há momentos na vida que nos obrigam a pensar mais, a refletir com mais intensidade, sobre o significado de nossas crenças, de nossos atos e do sentido que damos à unidade entre fé e ação.

Acredito num mundo fraterno construído a partir da luta constante da classe operária, ou classe trabalhadora, como mais recentemente nos denominamos.

Se acredito na fraternidade tenho de acreditar na unidade. Cristão por convicção e próximo do marxismo, como elemento de análise da sociedade, encontro em Marx e em Cristo os dois principais apelos e fundamentos para a unidade e para a fraternidade em duas expressões que marcam sensivelmente minha vida: “OPERÁRIOS DO MUNDO, UNI-VOS” e “SEJAM UNIDOS COMO EU E O PAI SOMOS UM”.

Estivemos, ao longo dos anos construindo um SINDICATO ÚNICO DE TRABALHADORES DA EDUCAÇÃO. Fomos exemplo para muitos sindicatos no Brasil e até para a criação da nossa Central Única dos Trabalhadores.

A garantia dessa proeza se baseou na unidade conseguida a partir de um consenso CONSTRUIDO em torno de uma corrente de pensamento e de ação lastreada no respeito aos seus componentes e, mais que isto, no respeito aos anseios da grande massa constitutiva da CATEGORIA.

Houve, infelizmente, uma ruptura. Num primeiro momento mantive o que poderia chamar de SILÊNCIO OBSEQUIOSO. Procurei tomar uma posição equidistante pois considerava até a possibilidade de, em algum momento, voltar a imperar a prática da fraternidade.

Hoje espero que não nos afundemos no ESPÍRITO DE CAIM. Não posso aceitar o que foi feito com algumas companheiras da Subsede de Sete Lagoas (uma delas, minha filha – mas não por isso – SARA DANIELA) via COMISSÃO ELEITORAL ESTADUAL usando-se interpretações dúbias de nosso Estatuto (diretoria metropolitana) e passando por cima de artigos bem claros quanto à composição das chapas, por exemplo.

Por esta razão eu me declaro apoiador da CHAPA 1 – “IDENTIDADE NA LUTA E NA BASE”. Espero que este apoio chegue a tempo.

· Contra o espírito de CAIM, a favor da unidade e da fraternidade.

· Por um Sindicato ÚNICO de direito e de FATO!


Geraldo Francisco Barbosa – TCHÓ
Co-fundador da UNIÃO DOS TRABALHADORES DO ENSINO – hoje Sind-UTE

** Se estiver de acordo repasse para sua lista de correio eletrônico ou imprima para distribuir para quem não tem internet

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Nossa chapa

VALE DO RIO DOCE / MUCURI / JEQUITINHONHA II
MARIA INÊZ CAMARGOS – GOVERNADOR VALADARES
RUSA MARIA F. R. CARRIEIROS – ALMENARA
MAGNO BARBOSA DIAS – TEÓFILO OTONI
ARMANDO PEREIRA RIBEIRO – PADRE PARAISO

ZONA DA MATA
RAIMUNDO NONATO DA CUNHA – VIÇOSA
MÍRIAN ROSA DUTRA – CARANGOLA
JUCIENE MARIA DO CARMO – ALÉM PARAÍBA
ZULEICA EVANGELISTA ANDRADE – UBA
JOÃO FRANCISCO DOS SANTOS – MURIAÉ
APARECIDA GREGÓRIO EVANGELISTA DA PAIXÃO – PONTE NOVA
ROSANI SOUZA OLIVEIRA BRITO – CATAGUASES
JOSÉ BENJAMIM CARVALHO FERRAZ – CATAGUASES

VALE DO AÇO
EVERALDO DORNELAS DE QUEIROZ – MATIPÓ
MOISÉS ARIMATEIA MATOS – CORONEL FABRICIANO
ANDRÉ LUIS DE A. FREITAS – CARATINGA
FANI HOT RODRIGUES – MANHUAÇU

CALCÁREA
ZÉLIA DE OLIVEIRA SILVA – CURVELO

NORTE
LENICE NUNES RIBEIRO – JANUÁRIA
IVANEIA BISPO PEREIRA – RUBELITA/ Subsede Salinas
JOSÉ GOMES FILHO – MONTES CLAROS
MARIA HELENA DINIZ – PIRAPORA
HONORIVAL ALVES MACIEL – JANAÚBA

JEQUITINHONHA I
FABRÍCIO A. MASCARENHA FRAGA – DIAMANTINA
MARIZE CORDEIRO DE ANDRADE – CAPELINHA
MÍRIAN CÉLIA B. C. ABREU – MINAS NOVAS
HELMA LÚCIA SILVA DUARTE VIEIRA – DIAMANTINA

SUL
CÍNTIA TEREZINHA LEMES – POÇOS DE CALDAS
ROSIMAR PRADO CARVALHO – CAMPESTRE
CAMILO DE LELIS FERNANDES – CAMPO DO MEIO / Subsede Varginha
ELISA MARIA PRADO RODRIGUES – EXTREMA/Subsede Pouso Alegre
WAGNER RIBEIRO – ALFENAS/Subsede Varginha

TRIÂNGULO
EDNA MARIA DE CARVALHO – UBERLÂNDIA
AURIVIO LÚCIO VEIGA – ARAGUARI
LÁZARO HUMBERTO DO NASCIMENTO – PERDIZES/Subsede Araxá
MARLI RODRIGUES DE O. LIMA – UBERABA

NOROESTE / ALTO PARANAIBA
NUBIA A. M. ANDRÉ – PARACATU
SHEILA MARIA LUCAS – PATOS DE MINAS
CENTRO OESTE
WAINE SILVA – DIVINÓPOLIS

BELO HORIZONTE E GRANDE BH
Maria Helena Dias Boaventura – Belo Horizonte
MARCÍLIA TEIXEIRA SARAIVA – BELO HORIZONTE
REINALDO DE LIMA REIS JUNIOR – BELO HORIZONTE
MARCELO MOTA SANTOS SEIXAS – CONTAGEM
JOANA MARTINS PINHEIRO – CONTAGEM
LILIAN PARAGUAI – BRUMADINHO
SARA DANIELA BARBOSA – BELO HORIZONTE
ANTÔNIO BRAZ RODRIGUES – SANTA LUZIA
LINDEIA MARILAC C. FRANCISCO – PEDRO LEOPOLDO
MARIA MARTINS DE PAIVA – BETIM
ROSANGELA VIRGÍNIA F. RIBEIRO – CONTAGEM
GILSON GOLÇALVES DOS SANTOS – BELO HORIZONTE
EFIGENIA PEREIRA ROSA – BELO HORIZONTE
RAFAEL CALADO ALVES PEREIRA - IBIRITÉ
ROSÁLIA SELMA DE FARIA GOMES - Lagoa Santa
HUGO DE AMORIM PISANI - Brumadinho

domingo, 8 de novembro de 2009

Mãos fechadas para lutar e coração aberto para dialogar

O processo eleitoral do maior sindicato de Minas Gerais começa no dia 23 de novembro. A CHAPA 1 “Identidade na luta e na base” apresenta-se pelo compromisso com o plano de lutas elaborado no 8º Congresso do Sind-UTE/MG e pela unidade para fortalecer a nossa entidade sindical.

Nossa chapa é formada por membros que representam os vários cantos das alterosas. São 22 integrantes da atual diretoria e 32 novos companheiros/as que chegam para contribuir com o avanço que o sindicato precisa. Alguns destes já fizeram parte de gestões anteriores e agora retornam convencidos da causa que estamos travando. A unidade formada no processo de construção da chapa demonstra a maturidade do nosso projeto de sociedade e da clareza das lutas da categoria. A composição da CHAPA 1 “Identidade na luta e na base” agrega independentes, militantes da Articulação Sindical/CUT e da CTB.

Partimos do compromisso de manter as conquitas que obtivemos ao longo dos 30 anos do sindicato. Avançar no processo de lutas para superar os desafios colocados: - implantar o piso salarial nacional e reconhecer os/as funcionários/as de escolas como profissionais da educação.

Em Minas, a lógica do alardeado “choque de gestão” desrespeita a lei que definiu o piso salarial
nacional para o magistério. Nossa chapa repudia a política privativista do governo Aécio Neves e
suas práticas antissindicais incorporada durante toda a gestão tucana.

A próxima diretoria do Sind-UTE/MG tem como desafio manter o fortalecimento das subsedes
como espaços de aproximação e participação do Sindicato. Nosso compromisso é garantir
a autonomia das subsedes e trabalhar com transparência e democracia. Aliado a isto,
mantemos também nosso comprometimento de encaminhar as deliberações do Conselho Geral
e das assembleias estaduais. Estas instâncias devem nortear sempre as ações do Sindicato.

Convidamos todos/as os/as trabalhadores/as para participarem deste debate e conhecer as
propostas e políticas da CHAPA 1.